10 de fev de 2012

Teologia, Deus e o homem

Estudar Teologia Cristã é o imperfeito tentando entender e explicar o Perfeito.

9 de fev de 2012

Futebol sem culto

Os jogadores de futebol da Seleção Brasileira não podem fazer culto coletivo durante as concentrações que antecedem as partidas. Essa foi a decisão anunciada por Andrés Sanchez, diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), durante entrevista para o portal UOL e para o jornal Folha de São Paulo.

Os jogadores são livres para professar a religião que desejam, podem fazer orações individuais nos quartos, mas está vetado o culto, uma manifestação pública e coletiva de fé.

A ordem contra as orações é para evitar a distração e para não incomodar os demais jogadores que não professam a mesma crença.

Os cultos entre os jogadores evangélicos ficaram famosos na Copa de Mundo da África do Sul quando eram promovidos pelo auxiliar técnico Jorginho. Vários jogadores participavam como Kaká, Luisão, Lúcio, Josué e Felipe Melo.

Já que as regras estão mais rígidas, que pelo menos o futebol aconteça. Que os jogadores façam muitos gols para a festa dos brasileiros.

5 de fev de 2012

Folha “tá podendo”

A Folha de S. Paulo é líder entre os jornais brasileiros nas edições impressa e digital.

Veja os números da circulação, em ambas as edições:

Folha (paulista): 297 mil exemplares vendidos;

Globo (carioca): 264 mil;

Estado (paulista): 254 mil;

Zero Hora (gaúcho): 188 mil;

Estado de Minas (mineiro): 81 mil.

A liderança é no segmento de jornais premium, ou seja, em um mercado consolidado e seletivo. Os número são do ano passado e a pesquisa foi do Instituto Verificador de Circulação (IVC).

É um bom sinal para a imprensa brasileira a liderança na assinatura digital, uma vez que, por aqui, a internet tem muito espaço para crescer. Por ainda ser cara, a população tem pouco acesso à internet. É a TV aberta o maior meio de comunicação do país. Esse dado mostra também que o público que acessa a Folha digital tem alto poder aquisitivo.

O assinante da Folha digital tem acesso a vários benefícios como ler a edição impressa, além de levar aplicativos para tablets e smartphones.

Um dado curioso é que também cresce no mercado brasileiro o segmento de jornais populares.

3 de fev de 2012

Não seja gato escaldado

O ditado remete à idéia que, uma vez que a pessoa fez algo que deu errado e sofreu por isso, não fará novamente a mesma coisa, pois corre o risco de voltar a sentir a mesma dor. Como o gato que tem medo de água fria porque uma vez sofreu escaldado, ou seja, queimado com água quente.

É necessário precaução para não errar mais. A idéia não é um estímulo ao pulo no escuro, a agir sem analisar as consequências. É um convite à reflexão. Não se pode privar de viver novidades por conta de um passado difícil.

Tem gente que vive como gato escaldado. Triste, sem aproveitar as oportunidades, com o coração fechado, lamentando contra Deus, chorando pelos cantos, sem estímulos para investir nos sonhos porque um dia uma tentativa deu errado o que causou frustração e perda.

Tem gente que desiste de louvar, amar, trabalhar, estudar, sonhar, sorrir porque teve uma decepção.

Deus é quem cura as dores e refaz das cinzas. O Senhor promete novidade aos que permitem que Ele brilhe em suas vidas.

Deixe de ser gato escaldado. Abra o coração e confie no amor do Pai. Ele tem grandes presentes para Seus filhos.

2 de fev de 2012

Educação religiosa dos filhos

Todas as pessoas acreditam em alguém ou em alguma coisa. Isso é a prática da fé.
Existem famílias que se preocupam em educar religiosamente os filhos. Uns pais ensinam a mesma religião que praticam. Outros ensinam sobre religião, mas deixam os filhos escolherem sua crença. Na verdade, desde a infância recebe-se informação sobre religião, mas a decisão final cabe a cada um. A fé é uma escolha pessoal.

As famílias andam ocupadas para pensar em religião?
O dia a dia corrido ajuda a deixar de lado a fé. Existe tempo para as compras no shopping, para trabalhar, para estudar. Mas o tempo parece pequeno para questões subjetivas da vida. Se os pais não priorizam a religião, as crianças entenderão que essa parte da vida pode ser deixada de lado.
Parece contraditório dizer que falta tempo para praticar a religião em um momento onde especialistas dizem que a cultura é mística. A análise pode ser feita por esse viés, mas é claro que existem outros. Não querendo limitá-la, mas é bom pensar que na história da humanidade sempre se pensou sobre a fé. Teve tempos que a religião e a igreja estavam em alta e mandavam na vida das pessoas. Depois, entrou em declínio com a valorização do homem, da razão. A religião adormeceu, mas não morreu.
Atualmente, voltou-se à prática mística, pois as pessoas viram que o corre corre da vida, o culto para si mesmas, a descrença em Deus não levaram a humanidade a nada. Hoje espiritualidade está em alta, justamente em uma época em que se valoriza o individualismo, a razão, o questionamento profundo, o avança tecnológico. Praticar várias crenças têm sido comum. As pessoas vão à missa e ao centro espírita com toda a naturalidade. Uma mistura que se chama sincretismo religioso. Cresce também a idéia de pluralidade, de tolerância religiosa e ainda a busca, em alguns países, de separar política de fé.

Qual a importância da família ensinar sobre religião para os filhos?
A religião tem processo importante na formação da pessoa. Traz fé, paz interna, equilíbrio mental, ajuda na saúde física. Médicos afirmam que é mais rápida a recuperação de uma doença se a pessoa tem alguma crença. As pessoas que seguem “uma força maior” superam mais facilmente os obstáculos da vida. Também é pela fé que a Bíblia diz que a pessoa recebe Jesus como Salvador e tem a vida eterna.
As crianças aprendem o que os pais ensinam e vivem sobre uma determinada crença. Se os pais são distantes do tema, o mesmo ficará esquecido para os filhos. Se os pais não têm tempo para a fé, as crianças também estabelecerão outras prioridades. Se o tema é de suma importância, a criança receberá essa informação.

Os pais devem escolher a escola de acordo com a prática religiosa que desenvolvem?
Sim. Essa é uma escolha sensata. Se a prática religiosa é católica, por exemplo, melhor escolher uma escola isenta ou que pratica a mesma fé. Mas isso não significa que uma criança ou adolescente que pratique outra crença não possa frequentar uma escola confecional. Mas se uma família não quer que seus filhos tenham influência de uma religião diferente que professam, melhor mesmo é selecionar um local onde essa prática é pertinente.

Pais de religiões diferentes atrapalham ou não a educação religiosa dos filhos?
Tudo depende do respeito, do diálogo e da informação que se passa aos filhos. A criança terá que conviver com duas linhas diferentes de fé. Com respeito a ambas, poderá escolher o que seguir quando chegar à idade do discernimento.

A escola pública deve praticar alguma religião?
Não. Por lei, o Estado não interfere na vida religiosa das famílias. Uma escola pública não pode professar uma fé. Pode, sim, dar aula de religião explicando sobre todas.

Jovens devem ser livres para buscar novas crenças?
Isso independe da vontade dos pais. De modo geral, adolescentes gostam de provar novidades. Entre estas, a religião. Os pais devem permitir essas novas experiências, mas sempre de olho na companhia que os filhos adolescentes andam. Afinal, as atitudes dos adolescentes são de responsabilidade dos pais.

Os filhos adultos perdem interesse pela religião dos pais?
Uns sim, outros não. As pessoas podem até mudar de religião, mas sempre respeitando a crença inicial com a qual foram educadas. Buscar novas crenças não significa desrespeitar a religião dos pais. Pode-se conviver pacificamente com as escolhas.