30 de dez de 2012

Tim, tim. Feliz 2013

Pela graça de estarmos vivos.
Pela salvação em Jesus Cristo.
Pelas alegrias e tristezas que fazem a nossa história.
Sejamos gratos por tudo.
E abertos a novas conquistas em 2013.
Tudo de melhor desejo aos leitores do meu blog.
Brinde com esperança.

23 de dez de 2012

É Natal! Feliz aniversário, Jesus!

Entenda a diferença de significados entre o Natal bíblico e o comercial.
A diferença entre Jesus e Papai Noel
 
A história do nascimento de Jesus Cristo, narrada na Bíblia Sagrada, não coincide com muitas celebrações do Natal de hoje.

O que é Natal? Do latim natale, é o nascimento. Dia do aniversário de nascimento de qualquer pessoa.

A celebração atual tem comida e bebida típicas, árvore verde com enfeite, Papai Noel puxando trenó, neve ou simulação dela (apesar de no Brasil a festa ser em pleno verão escaldante), Mamãe Noel, amigo oculto, bota na janela para receber presente, guirlanda, presépio e muita luz enfeitando a cidade.

Tudo isso é bonito e pode permanecer, mas não expressa o Natal bíblico. Além, claro, de ser um apelo ao consumismo.

Não podemos trocar o significado das celebrações. Não vamos homenagear a pessoa errada.

Não pode ser Papai Noel o centro das atenções. O aniversariante, que veio trazer vida e salvação aos homens por meio do Seu nascimento, morte e ressurreição, foi Jesus Cristo.

A cidade mais importante nessa época não é o Polo Norte, conforme diz a lenda na versão americana, nem a Lapônia, na Finlândia, como os britânicos afirmam que mora o bom velhinho, nas montanhas geladas de Korvatunturi. A cidade é Belém, em Israel, onde Jesus nasceu.

Os bichos não são renas voadoras e elfos mágicos que produzem, em uma oficina, os brinquedos pedidos pelas crianças do mundo que enviam cartas a Papai Noel. Os bichos foram aqueles que estavam na estrebaria: Bois e jumentos.

A roupa não é vermelha, botas e cintos pretos, cabelos e longas barbas brancas. A casa não tem chaminé e neve no jardim. O carro não é o trenó. Jesus nasceu sem dinheiro, sem enxoval, deitou-se em uma manjedoura, foi enrolado em panos, era noite e lá no Oriente o clima é desértico. Nada da brancura e da maciez da neve.

Não são as crianças que devem receber presentes por escrever cartinhas para Papai Noel e, em troca, ver chegar brinquedos e doces na noite da festa, conforme diz a lenda. Quem deve receber presentes é Jesus. Ele já recebeu tesouros como ouro, incenso e mirra. Jesus não exige nada caro, com laços. O presente que Ele quer é o seu coração. Mas não sejamos extremistas. Você pode demonstrar carinho pela família e pelos amigos dando-lhes uma lembrança.

Ah! Outra detalhe que não deve ser esquecido. A história atual do Natal é uma lenda. Papai Noel não existe, apesar do forte apelo e da inocência das crianças que muitas vezes recebem ensinamento errado ou incompleto dos pais. A história de Jesus é real. A vida, a alegria, a tristeza, a dor, a cura, a salvação, a condenação eterna. Tudo isso é real. Quem pode trazer esperança ao coração do homem?

Um entrega presentes. O outro entregou a vida. Quem você escolhe homenagear?

Diante dos símbolos de Natal que hoje vemos espalhados pela cidade, as luzes das estrelas e o presépio são os que mais se assemelham ao que narra a Bíblia. É uma representação teatral do nascimento do Mestre.

Uma estrela foi a guia que levou os reis magos – que eram pastores de rebanho -, a encontrar Maria, José e o menino. A estrela “ia adiante deles e se deteve sobre o lugar onde estava o menino”. Belo sinal!

O presépio materializa a cena que os magos viram. O menino deitado em uma manjedoura foi o sinal que os magos pastores receberam de Deus para encontrar o Salvador. A estrebaria é o lugar dos bois e dos jumentos. A Bíblia cita que “na estalagem não havia lugar para eles”. Da cena também fazem parte Maria e José, os escolhidos para acalantar o Rei. Os objetos presentes na cena da quela noite, além do espaço físico, foram os três presentes que o menino recebeu. A cena é essa. Simples assim. Nada mais pode enfeitá-la, pois não carece de maiores adornos.

Da simplicidade ao Reino eterno. O Rei tornou-se frágil, bebê indefeso, para cumpri um propósito e conquistar os nossos corações. Como bem diz Max Lucado, na obra Ele escolheu os cravos, “Jesus preferiu morrer por você do que viver toda a eternidade sem você”. Ele nasceu por você. Viveu por você. Morreu e ressuscitou por amar você. Jesus te quer. Você O escolherá?

Apesar das minhas imperfeições, eu escolho viver com Ele e presentear o verdadeiro aniversariante. Feliz aniversário, Jesus!

17 de dez de 2012

Para os jornalistas brasileiros

Visitem esse site e envolvam-se com essa ideia.

Vamos expressar nosso direito à liberdade.

www.paraexpressaraliberdade.org.br

6 de dez de 2012

Oscar Niemeyer escreveu seu nome na história da arquitetura brasileira

Ele tinha um traço singular ao desenhar palácios e museus. As colunas de Brasília têm a sua marca. O Palácio do Planalto é um desses símbolos. Mas em outros estados brasileiros e em vários países seu trabalho pode ser conferido.

Ele também deixou sua arte em objetos, como designer. O conjunto de poltronas e a marquesa (fotos) recebem a assinatura de Niemeyer. Essas peças decoram o Palácio do Planalto. Mas as poltronas podem ser vistas também no Congresso Nacional e no Palácio do Itamaraty.
 Um dos palácios que foi desenhado por Niemeyer
 Marquesa. Recebe a assinatura de Niemeyer
 Salão do Palácio do Planalto. À direita, a marquesa
 Marquesa. A peça foi desenhada pelo arquiteto
Poltronas desenhadas por Niemeyer. Expostas no Palácio do Planalto
 
Ele tinha o dom para criar. Em entrevista para a TV disse que, quando era criança, fazia traços no ar. Sua mãe perguntou o que estava fazendo. Ele disse que estava desenhando.

Com caneta, papel e prancheta deixou seu nome escrito na história da arquitetura moderna do Brasil. Em outra entrevista que assisti o ouvi afirmando: “Cada um vem, escreve a sua história, e vai embora”.

As fotografias postadas são minhas. Foram clicadas durante as minhas andanças pelas ruas de Brasília.

 

 

2 de dez de 2012

O rei sobe a rampa

Ele cantou sobre o Nordeste.

Com sua sanfona o forró do sertão correu os quatro cantos do Brasil.

Parte da história e da música do rei do baião está na exposição “O imaginário do rei, visões do universo de Luiz Gonzaga”, no Palácio do Planalto. Quem disse que só presidente sobe a rampa? O nordestino cancioneiro subiu também.






O retrato das coisas simples. Gente simples. Nordestinos. Brasileiros.

Na exposição tem fotografia de vaqueiro, tem padre feito de argila, fotógrafo lambe-lambe. Tem sanfona, claro. Tem zabumba. Quadros, discos de vinil, livros. Tem roupa de cangaço. A religiosidade, as festas, as músicas. Tudo está lá. O Brasil bem colorido visto por meio de peças simples feitas de argila, madeira, óleo sobre tela.

A exposição tem também um sanfoneiro tocando ao vivo para entreter os visitantes, para cantar as músicas que o povo consagrou como “Asa branca”.

Um Brasil forte, de gente sofrida, trabalhadora, honesta. Gente simples, mas muito festeira e feliz. Um Brasil muito nordestino. A cara de Gonzagão.

A exposição marca os 100 anos do artista.