16 de abr de 2013

Distribuição de Bíblias bate novo recorde no Brasil



A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) tem muito que comemorar.

Em 2012, bateu mais um recorde. Foram distribuídas 7,4 milhões de Bíblias no País.

Conheça os projetos sociais da SBB: www.sbb.org.br

Fonte: revista A Bíblia no Brasil, edição 239, pág. 19

Evangélicos em Brasília antes da construção


Brasília completa 53 anos. Com identidade própria, maturidade, monumentos arquitetônicos que conquistaram respeito e títulos. Somos patrimônio cultural da humanidade. Orgulho para os brasilienses. Orgulho para os brasileiros.

Hoje todos admiram o pôr do sol mais bonito de se ver com céu aberto, horizonte amplo, prédios prontos, avenidas largas.

Mas houve um tempo em que por aqui era poeira, cerrado, calor, prego, ferro, madeira, força bruta de candangos que atenderam ao desafio de erguer cada monumento.

Naquela época, antes da inauguração, ainda na fase da construção, à sombra de árvores retorcidas se reuniam grupos de evangélicos para orar, pedindo a Deus que abençoasse essa terra. Isso mesmo. Poucos sabem, mas a história do segmento evangélico na cidade é anterior à construção.

Vários pastores, com suas esposas e filhos, enfrentaram o calor, a seca, a falta de água em prol de um desafio: ser os evangélicos pioneiros para falar a todos sobre o amor transformador de Jesus Cristo.

Os pastores moravam em barracos de madeira, como muitos trabalhadores. Por aqui não tinha luz, água encanada, telefone, hospital, transporte público. Os caminhões que carregaram os operários também carregavam muitos evangélicos que realizavam os cultos ao ar livre, embaixo de árvores e nos canteiros de obras.

A Assembléia de Deus veio primeiro, em 1956. No ano seguinte foi a vez da igreja batista. Naquela época as mulheres ainda não eram ordenadas ao ministério, também conhecido como sacerdócio. Eram as mulheres dos pastores, chamadas de missionárias. Muitas delas andaram por aqui dando aulas nas escolas de madeira, com infraestrutura precária.

Evangélicos do Goiás, de Minas Gerais e de várias outras partes do Brasil se encontraram aqui. Implantaram igrejas nas vilas operárias que cresciam em volta dos prédios. Hoje são vários templos evangélicos cuja história inicial está fincada na igreja construída no Núcleo Bandeirante, então chamada de Cidade Livre.

O primeiro culto não teve registro fotográfico ou de filmagem. Mas ficou marcado na memória dos participantes. Aconteceu em 1954, pela manhã, debaixo de uma árvore, exatamente seis anos antes do então presidente Juscelino Kubitschek inaugurar a capital de todos os brasileiros. Depois disso foi que surgiu a primeira igreja evangélica no Núcleo Bandeirante. Esse templo ficava aberto 24 horas por dia, sempre disponível para todos os operários que quisessem orar. Relembrando o passado, muitos pioneiros me contaram que os trabalhadores acordavam cedo, passavam na igreja para falar com Deus e depois seguiam para os canteiros de obras.

Mas os pastores não estavam preocupados apenas com igrejas. A educação também era importante, principalmente em uma cidade onde nenhuma escola havia sido erguida. A primeira escola construída em Brasília foi pelas mãos dos batistas. A saga dos pioneiros relata que, inicialmente, havia poucas crianças. A cidade tinha uma população predominantemente masculina. Havia mulheres, mas em menor número. Famílias inteiras foram chegando depois, lá pelos anos de 1957. Então as crianças já tinham um lugar para estudar, pois a primeira escola estava pronta. Era o Instituto Batista de Brasília. Assim como o culto, a primeira aula também foi ministrada debaixo de uma árvore. Depois disso a NOVACAP providenciou a construção de galpões, no pavilhão da administração, para funcionários e operários estudarem.

Era um tempo diferente. JK caminhava entre os operários, uma gente simples, sofrida, trabalhadora. Ele tomava café com a população. Apertava a mão de todos. Não existia o formalismo habitual de hoje.

A história oral, guardada nos arquivos da memória dos pioneiros, tem um fato que merece destaque. Na inauguração da cidade foi celebrada uma missa. Uma cruz de madeira foi erguida. Hoje essa relíquia está exposta ao público na Catedral de Brasília. Antes da missa, porém, vários pastores ajoelharam diante daquela cruz, oraram juntos, abençoaram a cidade. Poucas pessoas sabem desse marco na história dos brasilienses. Foi um momento de fé, de união das religiões, de clamor aos céus para que Brasília fosse uma bênção para a vida de cada brasileiro.

Essa é parte da história de Brasília. Da terra também sonhada por autoridades eclesiásticas que desde a origem respeita a pluralidade religiosa e o diálogo com a fé do outro. Existimos juntos. Que assim continuemos.

Denise Santana, jornalista, teóloga e professora

8 de abr de 2013

Crimes praticados contra jornalistas nas Américas


 1º lugar: Colômbia

2º lugar: México

3º lugar: Brasil


No mundo, o Brasil ficou em 11º lugar no ranking de impunidade de crimes praticados contra jornalistas de acordo com o relatório Ataques à Imprensa – Jornalismo na Linha de Frente.


Fonte: