25 de mai de 2013

Manifestação pacífica pela liberdade de expressão e religiosa


Divulguei para a imprensa que acontecerá manifestação pacífica pela liberdade de expressão, liberdade religiosa, contra o aborto e pela família tradicional.

Será dia 5 de junho de 2013, às 15 horas, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

Vários líderes religiosos e cantores gospel marcarão presença. A estimativa de público é de 100 mil pessoas.

Participe! Não basta ser luz e sal dentro das igrejas. Temos que usar a nossa liberdade para exercer cidadania.


24 de mai de 2013

Quero um Brasil assim


Sem voto secreto para os políticos.
Com voto facultativo para os cidadãos.
Redução da maioridade penal.
Preso sendo obrigado a trabalhar. E detalhe: se colocar fogo no colchão deve dormir sem colchão.
Trabalhar como jornalista somente com diploma em mãos.
Autoridade sendo responsável e presa por morte em consequência de serviço ineficiente à população (como nos hospitais, por exemplo).
Trabalhar no governo somente mediante concurso público.
Respeitar a lei brasileira e não abrir exceção para a FIFA vender bebida alcoólica durante jogo de futebol.



21 de mai de 2013

Evangélicos na TV


A igreja evangélica está na telinha produzindo programas. Isso é ótimo e deve ser incentivado. Mas as programas são bons? No que a programação deve melhorar? Qual a importância da televisão no Brasil?

Vamos começar respondendo à última pergunta. A TV é o maior meio de comunicação de massa brasileiro. Por meio dela alcança-se o maior número de pessoas, no menor espaço de tempo, apesar de ter um custo alto.

É nesse meio de comunicação que a igreja contemporânea se inseriu. TV é uma excelente ferramenta para se propagar o amor de Jesus. Por meio dela a igreja tem a oportunidade de divulgar ideias, evangelizar, se inserir no mundo, responder às perguntas existenciais das pessoas, dialogar com a sociedade como defendeu o teólogo Paul Tillich.

Mas a igreja evangélica em Brasília precisa melhorar a qualidade dos programas televisivos que são ruins. Não analisando o conteúdo doutrinário da mensagem, destacaremos os erros técnicos mais comuns.

Apesar de ter equipe e estúdio próprios, os programas não são feito no formato para TV. Os cultos são gravados e parte desse material é editado para montar o programa. Resultado? Mensagens longas demais para a telinha, quadros sem sequência, somente recortados para suprir o tempo comprado nas emissoras. Um corta e cola de cenas. Também acontece de dividir uma longa pregação em vários programas em dias e semanas diferentes. Totalmente equivocada essa ideia. A comunicação eficaz deve ser passada com inicio, meio e fim. Dividir uma grande pregação é trazer ruídos para a comunicação. A pessoa perde um programa e, assim, não recebe a mensagem. Perdeu-se o objetivo primeiro que era se comunicar bem.

Também há pouco movimento de câmera nos programas. Isso desvaloriza a imagem que torna-se cansativo para quem assiste. Imagina ver uma pregação de cinco minutos com imagem parada (ou com pouca inserção de imagem). É enfadonho. E TV é imagem, ação. Também não há novidade no formato. Além da pregação bíblica, há algumas músicas, a agenda semanal e pedidos de oração. Alguns inserem testemunhos de membros. Isso sem falar nos erros de Português dos textos (caracteres) escritos na tela. Onde está a inovação e a criatividade? Onde está o link com os assuntos polêmicos e atuais que fazem parte das discussões no trabalho, no café da esquina, nas universidades, nas rodas de bate papo? Onde está a igreja ligada em seu tempo, influenciadora, sendo ouvida, procurada e respeitada? Parece que ficou perdida no passado distante.

A linguagem é o “crentês”. Totalmente inadequada para se alcançar a sociedade. TV tem linguagem coloquial. Outro detalhe: Os produtores não sabem para qual público falam. Interrogados, dizem que fazem programa evangélico para toda a família (seja evangélica ou não). Errado. O assunto que interessa ao idoso não é o mesmo que chama a atenção de um adolescente ou uma criança. Resumindo, as igrejas fazem TV sem saber qual público desejam atingir.

O resultado disso tudo? Pouca audiência, apesar de investir muito dinheiro. TV é um veículo muito caro. E sem falar que os programas são veiculados aos sábados pela manhã, em horários pouco rentáveis. Mas essa grade de horário é a única oferecida pelas emissoras e quanto a isso há pouco ou nenhum espaço para negociação.

Apesar de todos esses problemas, os programas não devem acabar. Devem melhorar. As liberdades de expressão e religiosa no Brasil devem ser aproveitadas pelos líderes evangélicos. É importante a igreja ocupar o espaço midiático, mas entendendo que necessita se adequar melhor ao meio televisivo.

Os programas precisam ser mais persuasivos, voltados para o presente, para debater temas atuais que influenciam a vida das pessoas. É necessário investir em pesquisa para saber qual o formato do produto, que temas abordar. Tudo levando em consideração o público que quer atingir.

Uma igreja evangélica ativa, ligada em seu tempo. Que ocupa o seu espaço proclamando o amor transformador de Jesus Cristo. Que produz diálogo inter-religioso respeitando as demais crenças, que influencia socialmente, que defende a justiça, a paz, o bem, que acolhe as minorias marginalizadas, que ouve, que se insere na comunicação midiática com produção de qualidade. Tudo isso é um desafio. Vamos encarar?

14 de mai de 2013

O ministro Aires Britto e o diploma dos jornalistas

Participei da 8ª Conferência Sobre Liberdade de Expressão que aconteceu na Câmara dos Deputados. O foco foi os 25 anos da Constituição.

O ministro Carlos Ayres Britto, do STF (Supremo Tribunal Federal), estava presente e defendeu o fim da Lei de Imprensa. Ele votou pelo fim dessa lei em 2009 quando foi relator do processo que a considerou inconstitucional. Por isso foi revogada.

No debate, perguntei ao ministro Britto:

- Defendo o jornalista com diploma. Foi um desprestígio para os jornalistas o fim do diploma. Gastamos tempo, dinheiro em busca do nosso diploma, investimos sonhos, cumprimos a lei vigente que exigia diploma para exercer a profissão no País. O senhor considera que a classe profissional foi desprestigiada ou não vê assim a questão?

Sabe o que o ministro me respondeu?

- "Você tocou em um ponto importante que merece maior discussão. Temos que debater mais esse assunto. No momento, eu não tenho uma resposta para te dar."

Agora, com todo o meu respeito ao ministro, eu tenho uma resposta a dar. O STF deveria incentivar o brasileiro a estudar. E não dizer que meu diploma não vale nada e que qualquer pessoa, sem a menor formação, pode exercer o Jornalismo.

Senhor ministro, o STF desqualificou, sim, os jornalistas. Com o derrubada total da lei disse que meu diploma não é importante. Sou uma jornalista séria, ética, quero o bem do País. Quero uma justiça que me diga que devo estudar mais, me qualificar melhor. Quanto mais estudamos, mais o Brasil cresce.

Desculpa, senhor ministro, mas não posso concordar com o seu gesto. Eu continuou estudando, pensando, criticando, defendendo o diploma, a liberdade de expressão,  a imprensa livre. Eu continuou sendo cidadã de bem.

E graças a Deus que novo projeto de lei está tramitando para voltar a obrigatoriedade do diploma de jornalista no Brasil.

10 de mai de 2013

A religião dos jogadores de futebol


Os evangélicos são maioria entre os jogadores de futebol no Brasil. Somam 33% dos entrevistados. Os católicos são 18% e os sem religião 19%. Dos entrevistados, 28% escolheram não comentar o assunto, não expor a religião.

Esse é o resultado da pesquisa do UOL Esportes realizada com 105 jogadores do Corinthians, Botafogo, Atlético – MG, Flamengo, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco.

Nomes evangélicos conhecidos são Neymar, do Santos; Jefferson, do Botafogo; Rivaldo, do São Caetano; Lúcio e Luís Fabiano, ambos do São Paulo; Souza, do Grêmio; Leonardo Moura, do Flamengo.

Os jogadores que trabalham no exterior são, entre outros, Kaká, do Real Madrid; Felipe Melo, do Galatasaray; e David Luiz, do Chelsea.

Ex-jogadores que confessam fé em Jesus são Zé Carlos, Jorginho, Silas, Marcelinho Carioca e Roberto Brum.


7 de mai de 2013

V Fórum de Liberdade de Imprensa e Democracia

Hoje estou participando desse importante fórum.
Aqui no Museu da Imprensa, em Brasília.