24 de jun de 2013

Os evangélicos se manifestaram "pra" mudar o Brasil

A população foi às ruas (desde 17/6 até a publicação desta nota hoje, 24/6) para protestar por um País melhor.

Nas capitais, nas cidades do interior e até no exterior (em Londres, por exemplo), brasileiros pediram mudanças. Mais saúde, mais educação, menos corrupção, a morte da PEC 37 - que proíbe o Ministério Público de investigar o que pode resultar em impunidade para criminosos. Outros assuntos também entraram em pauta.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota apoiando a manifestação e repudiando o vandalismo. O jornalista William Bonner leu a nota divulgada pelos católicos no Jornal Nacional.

Depois que publiquei breve nota questionando a participação do segmento evangélico, vários amigos me enviaram links com textos. Li todos e observei que alguns líderes evangélicos também se manifestaram no mesmo sentido dos católicos (a favor da manifestação e contra o vandalismo), mas não tiveram notas lidas na imprensa. Na verdade, os evangélicos têm seus próprios canais de comunicação como programas de TV, rádios, sites e revistas. Se fossem depender da imprensa brasileira, poucas vezes teriam a opinião divulgada porque jornalistas sempre ouvem os católicos, mas nem sempre procuram líderes de outras religiões para expor as ideias. Aí inclui-se todas as outras religiões mesmo. E seitas também. São pouco procuradas pela imprensa.

Mas aqui vai uma dica: líderes de outras religiões deveriam ter uma postura pró-ativa em buscar espaço na mídia. Sei que é difícil, porém isso se consegue com trabalho sério e assessoria de imprensa eficiente.

Confira alguns pronunciamentos:








Se souber de outro líder que publicou nota, avise-nos. 



23 de jun de 2013

Perguntar não ofende

Só me diga uma coisa, por favor: cadê os líderes religiosos (sei que há exceções) que estão calados e ainda não se manifestaram?

Eles não querem mudar o Brasil?

Vem "pra" rua igreja evangélica brasileira!

Jornalismo, profissão de risco

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) informa que 456 jornalistas de todo o mundo deixarem seus países, desde 2008 até este ano, por causa de violência ou ameaças (perseguição, prisão e morte).

Os países com o maior número de profissionais de imprensa exilados são o Irã (82), Somália (70) e Etiópia (45). O levantamento do CPJ não cita o Brasil.

Fonte: Portal Imprensa

21 de jun de 2013

Fui para a rua mudar o Brasil

O povo brasileiro está insatisfeito. O Brasil parou para se manifestar (20/6).

A imprensa mostrou a multidão que foi às ruas, em 25 capitais, para pedir melhorias. A Folha de São Paulo publicou que foram 1 milhão de manifestantes no Brasil. O Correio Braziliense  disse 1,4 milhão de pessoas. 

No DF, foram entre 35 a 40 mil participantes (dados do G1). Já o Correio publicou que foram 35 mil. Houve baderna e 137 pessoas ficaram feridas e três foram presas na Esplanada dos Ministérios.

Eu participei da manifestação no gramado da Esplanada. Relato fatos e ainda minhas considerações sobre o mega evento. Portanto, que fique bem claro. Neste texto haverá fatos narrados e a minha opinião.

Quais as frases interessantes vistas nos cartazes dos manifestantes?
“Viemos fechar a pizzaria”; “É tanta coisa errada que não cabe no cartaz”; “Ore pelo Brasil”; “Desculpe o transtorno. Estamos mudando o Brasil”.


Teve agressão à imprensa?
Sim, infelizmente. Jornalistas foram insultados e agredidos com bala de borracha. Carros móveis do SBT e Record foram incendiados (No RJ e em SP, respectivamente). Outro carro da Band foi depredado em Natal. Os repórteres da Globo, por exemplo, foram muito criticados e tiveram que trabalhar sem canoplas nos microfones para não identificar que eram da emissora. As pessoas podem se manifestar contra a imprensa porque nenhuma instituição ou classe profissional é imune à crítica. Mas os jornalistas estavam trabalhando e devem ser respeitados. Uma frase muito escrita foi “rede de esgoto de televisão”, referindo-se à Globo. De acordo com o Repórter Sem Fronteiras, em todo Brasil 20 jornalistas foram atacados ou feridos durante os protestos.


O que foi legal?
Foi muito bonito ver a multidão cantando o Hino Nacional e gritando palavras de ordem como “o Brasil é nosso”; “sou brasileiro, com muito orgulho e muito amor”. “Brasil, vamos acordar. O professor vale mais do que o Neymar”; “Copa do Mundo, eu abro mão. O Brasil precisa é de saúde e educação”. Muito patriótico ver jovens abraçados à bandeira verde-amarela. Não teve bandeiras de partidos. Isso era proibido no movimento.


O que está desaprovado?
O vandalismo. A maioria das pessoas foi pacífica, mas houve baderneiros que quebraram a cidade. Com o rosto coberto e com paus nas mãos, vândalos atearam fogo à fachada do Palácio do Itamaraty, picharam as paredes e quebraram vidros do prédio, fizeram fogueira no gramado e colocaram fogo em outros pontos impedindo os bombeiros de apagar. A vidraça da Catedral foi quebrada. Muitas paredes pichadas. A PM também foi agredida.

Denise

Que outro fato destaca?
Encontrei um amigo que que é policial militar e trabalhava na segurança da manifestação. Ele me perguntou o que eu estava fazendo lá. Olhei firmemente nos olhos dele e respondi: eu vim mudar o Brasil. Não perguntei por educação, mas penso que talvez ele estivesse ali somente porque foi escalado para trabalhar. Mas eu estava na Esplanada voluntariamente. Realmente com a boa vontade de dizer às autoridades que meu País é maravilhoso e nós merecemos viver melhor. Trabalhamos e estudamos muito para isso.

A PM foi violenta?
Não. Os policiais, aqui em Brasília, reagiram à ação dos vândalos. Jogaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Eu sofri com o gás porque não conseguia respirar direito, os olhos ficaram irritados e lacrimejando muito.

O que o povo reivindica?
Tudo. Mudança total no Brasil. Como a manifestação é livre e popular, todas as reivindicações eram válidas. O início começou por causa do aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus em Sampa. Depois, aumentou-se a pauta. Pediu-se fim da corrupção, melhor educação e saúde, contra projeto que ficou erradamente divulgado como “cura gay” (não se trata de cura porque homossexualismo não é doença), contra PEC 37, CPI da Copa (grande protesto contra os altos gastos do governo federal para construção dos estádios onde acontece a Copa das Confederações e acontecerá a Copa do Mundo no ano que vem), fora FIFA, paz para os índios, fim do genocídio. Uns queriam impeachment de Dilma enquanto outros carregavam cartazes dizendo que não precisava tanto, mas que eram necessárias reformas políticas urgentes. Também houve quem ficou contra o ato médico.



Quem organizou?
O movimento foi planejado no Facebook e as pessoas começaram a curtir, compartilhar, confirmar presença e participar. Duas frentes foram criadas: a “Copa pra quem?” e a “Marcha do Vinagre”. Mas o ato se dizia sem liderança definida. Todos eram livres para se expressar.


Quais as características da manifestação?
Criado nas redes sociais, sem liderança, sem partido político, em nível nacional, de grande participação jovem (principalmente de estudantes), sem participação de instituições, sem agenda pautada e certinha de reivindicações. Cada um protestava pelo que julgava que deveria ser mudado no Brasil.



Você vai a outra edição dessa manifestação?
Ainda não sei responder isso. Talvez sim, talvez não. Por quê? Porque ontem vi vandalismo, sofri com o gás lacrimogêneo. Eu não conseguia respirar direito. Acho que não dá para permanecer assim senão muita gente morrerá. Inclusive ontem já aconteceu uma morte no interior de Sampa. Torna-se perigoso estar presente porque os vândalos estragam a festa. Mas acho muito justo o ato porque o Brasil tem que mudar. É uma afronta sermos tão ricos e vivermos tão pobres. É assim: olhamos a riqueza e morremos na pobreza. Assim não dá mais. As autoridades têm que trabalhar bem, com ética. É só fazer o que é dever e já estará bom.


Texto e fotos: Denise Santana, jornalista

18 de jun de 2013

Os 25 anos da Constituição e a liberdade de expressão

Os mais jovens só ouvem dizer, mas desconhecem o que foram os anos de chumbo da ditadura militar brasileira.

De 1964 a 1985 os brasileiros não tiveram direito à liberdade. A censura impôs a morte, a tortura, o silêncio forçado, a informação errada ou incompleta. E por que o acesso à informação é importante? Além de ser base da democracia, quanto mais se sabe, melhor se decide.

A censura foi geral. Todos impedidos de se manifestar: imprensa, atores, políticos, entre outras classes. A revista Veja (edição Nº 15, 18/12/68) com imagem de Roberto Stuckert, feita em 1966, foi apreendida pela Polícia Federal.

Outro fato marcante pelo qual passou Veja (edição Nº 285, 20/2/74) foi outra reportagem liberada parcialmente. Em substituição aos trechos censurados foram publicadas ilustrações de demônios.
A revista Realidade foi apreendida pela justiça de São Paulo e Guanabara, em dezembro de 1966, por ser considerada obscena e ofensiva à dignidade da mulher. Posteriormente, foi reimpressa, já no ano de 2010.

O jornal Estado de São Paulo (edição Nº 30568, 19/11/1974, que custava Cr$ 1,50) teve a capa original censurada e trechos do poema Os Lusíadas, de Camões, serviram para preencher s espaços da notícia proibida. Também comenta-se muito entre os estudiosos sobre o período que receitas de bolos eram publicadas em jornais no local de reportagens censuradas.

A literatura sofreu perseguição. Foram muitos livros foram condenados pelos militares e impedidos de serem publicados total ou parcialmente como Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca; Carniça, de Adelaide Carraro; Mister Curitiba, do escritor Dalton Trevisan.

No teatro como no cinema a perseguição continuava. Filmes que tiveram problemas com o governo foram Terra em Transe, de Glauber Rocha (1967); Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade (1969); e Dona Flor e seus Dois Maridos, de Bruno Barreto (1976).

Na música, Raul Seixas e Paulo Coelho tiveram a letra original da canção Óculos Escuros (Como Vovó já Dizia) considerada mensagem subversiva. Aliás, Raul teve 35 músicas censuradas. Outras canções impedidas de ser tocadas nas rádios foram Buscando Amor, de Cláudio Nucci e Mauro Assumpção; Pare de Tomar a Pílula, Odair José (foi questionada não pelo engajamento político do cantor, mas por atentar contra a moral e os bons costumes).

Na TV, novelas como O Bem Amado (1973) incomodou os militares por satirizar o coronelismo na figura do político corrupto Odorico Paraguaçú, interpretado pelo ator Paulo Gracindo. Ao fim da novela, nada mais nada menos do que 37 dos 178 capítulos sofreram cortes pelos censuradores. Somente um capítulo, de número 115, teve 14 páginas cortadas.

A polícia reprimia. Mas pipocavam protestos em todo País. Nem todos estavam de braços cruzados. Existia resistência. No Rio de Janeiro, atores fizeram manifestação contra a censura e em defesa da cultura. Foram para as ruas segurando cartazes com frases diversas como “contra censura, pela cultura”, “teatro X censura”, “greve de protesto.”

Outro protesto que ficou para a história foi a passeata dos Cem mil. Em 1968 o movimento estudantil resolveu discordar da ditadura. No Rio de Janeiro recebeu o apoio de muitos setores da sociedade como os jornalistas e órgãos de entidades civis como a Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

No teatro as perdas naquele momento foram enormes, mas focos de liberdade surgiam em vários locais como a peça Roda Vida que estreou em janeiro de 1968, tendo no elenco Marieta Severo, Heleno Prestes e Antonio Pedro. A obra virou símbolo de resistência contra a ditadura.

O caminho até a liberdade foi lento, sangrento e demorado. Muitas pessoas não resistiram. Depois de torturadas foram mortas.

Mas a luta pela mudança persistiu. Nascia a Nova República. Ruia a censura, a democracia buscava espaço nas ruas com a participação popular. Foi inesquecível as Diretas Já no qual o povo pedia voto direto para presidente da República. Em São Paulo, na Vale do Anhangabaú, grande manifestação popular e pacífica marcou o Brasil. Também houve comício pelas Diretas Já na Praça da Sé. Fotos históricas mostram políticos discursando. Participaram desse comício o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (então líder sindical), José Richa (então governador do Paraná), deputado Ulysses Guimarães, Leonel Brizola (então governador do RJ), entre outros. “Foi a sociedade, mobilizada nos colossais comícios das Diretas Já que, pela transição e pela mudança, derrotou o Estado usurpador”, disse Ulysses Guimarães, que anos mais tarde seria peça fundamental para a promulgação da nova Constituição.

A Constituição chegou em 1988, mas antes disso longo percurso foi percorrido. Para elaborá-la 69 milhões de eleitores foram às urnas, em 1986, eleger a Assembleia Nacional Constituinte. Durante 18 meses (a Assembleia começou em 1º de fevereiro de 1987 e terminou em 5 de outubro de 1988) foram debatidos os textos que compuseram a lei máxima do País. Das sete Constituintes que o Brasil teve, a última foi a que contou com a movimentação social, que ampliou e não diminuiu os direitos dos cidadãos e que abriu maior espaço para a liberdade de expressão.

Os números da Assembleia Nacional Constituinte merecem destaque. Foram 559 parlamentares que trabalharam, sendo 487 deputados e 72 senadores. Ulysses Guimarães foi o presidente. A Assembleia acabou no mesmo dia em que a Constituição foi promulgada, dia 5 de outubro de 1988.

Nos bastidores da Câmara dos Deputados conta-se a história de que a música de Caetano Veloso, É Proibido Proibir, de 1968, serviu de inspiração para que o senador Pompeu de Sousa transformasse em realidade o sonho da liberdade política. A partir da emenda que ficou conhecida com o seu nome e que resultou no artigo 220 da Constituição que deu forma legal à proteção da liberdade de informação jornalística para todos os veículos de comunicação de massa.

No dia em que promulgou a Constituição, Ulysses Guimarães, discursou que o Brasil buscava mudanças. “A nação deve mudar. A nação vai mudar. A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança. Que a promulgação seja esse grito”, é o trecho do discurso do deputado.

Passado a censura, sobrou a esperança de liberdade para o País. Lá se vão 25 anos desde que a redemocratização se consolidou de fato com a promulgação da Constituição, época em que a população brasileira somava 140 milhões de pessoas. Foi o tempo em que se inaugurou o regime de liberdades sem paralelo na história verde e amarela. Foi o fim do cerceamento da liberdade de expressão e de imprensa.

A Carta Magna trouxe, nos artigos 5º e 220, nova esperança. A síntese dessas conquistas é a liberdade de expressão, de imprensa, a proteção contra qualquer censura de natureza política, ideológica ou artística. O Brasil torna-se terreno de crescimento econômico, política, informação com livre circulação. O resultado? É o exercício pleno da democracia e da cidadania. Ponto para os brasileiros.

Se hoje o cidadão comum pode fazer uma passeata, opinar nos meios de comunicação, ter acesso às redes sociais, é fruto da Constituição. Outros acontecimentos históricos que são destaque e que foram amparados pela liberdade de expressão conquistada (porque na época da ditadura eram inimagináveis) foram a primeira eleição direta para presidente da República que elegeu Fernando Collor de Melo; o Código de Direito do Consumidor; o Fora Collor que culminou no impeachment; a Lei da Ficha Limpa que foi de iniciativa popular que recolheu 1 milhão e 300 mil assinaturas em 2010 a favor da moralização da política nacional; a Lei de Acesso à Informação Pública; e os inúmeros trabalhos que visam transparência no uso da coisa pública como o portal Contas Abertas.

A liberdade de expressão conquistada a partir da Constituição de 1988 tem atualmente números a comemorar. No Brasil é permitido falar, ouvir, se posicionar (façamos isso com responsabilidade). Que o diga os usuários das redes sociais que somam 67 milhões no Facebook e 33 milhões no Twitter, de acordo com o New York Journal. São 105 milhões de pessoas conectadas. Até ano que vem, de acordo com Ministério das Comunicações, 70% dos domicílios brasileiros terão acesso à internet. TVs, jornais, revistas, rádios têm liberdade de publicação jornalística independente da autorização do Estado. Na ditadura não era assim. A regra que imperava era não ouvir, não falar, não ver. Agora, a regra é manifestar-se. Esse é o bom resultado da liberdade de expressão.


O Brasil ganhou com a liberdade. Que a nova geração não conheça a censura, mas que conheça a história do País para entender que é fundamental valorizar e lutar para continuar a ter espaço, voz, vez. Para que a liberdade permaneça, tão plena como sempre foi sonhada.

17 de jun de 2013

Mensagem para presidente da FIFA


Falta de educação, senhor presidente da FIFA?

Sim. Nós temos falta de educação, de saúde, de transporte, de segurança, de moradia.

Por isso a presidenta Dilma foi vaiada.

Nós só temos estádios.

É a política de "pão e circo".

Entendeu, senhor presidente?

9 de jun de 2013

Primeiro jornal impresso no Brasil

Nome
Gazeta do Rio de Janeiro

Data
10 de setembro de 1808 (sábado)

Local da publicação
Rio de Janeiro

Curiosidades
O jornal tinha quatro páginas, o selo real, não era diagramado com colunas, cada notícia era separada por uma linha, foram nove notícias publicadas, não havia expediente como hoje se conhece e nem assinatura dos textos por parte do editor.

Contexto histórico
Esse foi o primeiro jornal impresso no Brasil que era colônia de Portugal. Existia a Imprensa Régia e a publicação marca o início da imprensa brasileira, ligada à corte portuguesa. Por aqui era proibido ter publicação de jornais, livros e panfletos. Então, a Gazeta foi uma inovação na época, mesmo sendo partidário governamental.

O jornal veio para as terras brasileiras por consequência da transferência da corte. Máquinas e pessoas que sabiam manuseá-las vieram de Portugal. O editor foi o frei Tibúrcio José da Rocha.

Eram impressos, basicamente, notícias que falavam bem do governo. Notas internacionais também eram publicadas. Nesse primeiro exemplar, por exemplo, constam notícias de Amsterdã, França, Londres e do Rio de Janeiro. E as notícias demoravam meses para chegar por aqui. Outra curiosidade dessa edição é que, apesar de ser datado de 10 de setembro, as notícias são de abril e junho do mesmo ano. Tanto material, máquinas e as notícias viam de navio.

A primeira edição traz uma nota informando que a periodicidade do jornal seria semanal. Mas circulou duas vezes por semana.

A Gazeta do RJ foi o primeiro jornal impresso no Brasil. Mas o primeiro jornal brasileiro foi o Correio Braziliense, editado e publicado em Londres, em 1º de junho de 1808, por Hipólito José da Costa que trazia o jornal também de navio para o Brasil. A viagem demorava quase um mês. Quando chegava, já era notícia ultrapassada. Como aqui o periódico já chegava pronto, tendo toda produção inglesa, é por isso que a Gazeta é considerada o primeiro produzido em terra nacional.


                            Gazeta do RJ: primeiro jornal impresso no Brasil

6 de jun de 2013

Clipping - Manifestação Pacífica dos Evangélicos em Brasília

Evangélicos e católicos reuniram-se na Esplanada dos Ministérios ontem, dia 5 de junho, para protestar.

Em pauta, defenderam a liberdade de expressão, religiosa, criticaram o aborto e o casamento homoafetivo.

Confira reportagens sobre o evento publicadas na imprensa:











Clipping - reportagens sobre a Manifestação Pacífica dos Evangélicos em Brasília

Evangélicos e católicos reuniram-se na Esplanada dos Ministérios ontem, dia 5 de junho, para protestar.

Em pauta, defenderam a liberdade de expressão, religiosa, criticaram o aborto e o casamento homoafetivo.

Confira reportagens sobre o evento publicadas na imprensa: