18 de fev de 2014

Racismo desde sempre na nossa história. Até quando?

A minha cor, a sua cor. No que somos diferentes?
O Distrito Federal registra 11 casos de racimo por mês. Foram 126 casos entre março 2013 e fevereiro 2014. Em Brasília, o Disque-Racismo é o número 156, opção 7. Denuncie. Entre o negro e o branco cabe o respeito.
A história do Brasil foi escrita na base do preconceito. Negros inferiorizados. Mas essa realidade mudou e ainda precisa ser combatida.

Esta semana um caso de injúria racial (que é diferente de racismo) apareceu em Brasília. Australiana se recusou a fazer as unhas porque  a manicure era negra.

Outro caso: Tinga, jogador brasileiro, foi hostilizado com vaias que imitavam macaco todo vez que tocava na bola. Foi durante partida entre o Cruzeiro e o Real Garcilaso, na cidade de Huancayo, no Peru, durante partida da Copa Libertadores, no dia 12/2/14.

Em entrevista a programas de TV, o jogador afirmou que daria todos os seus títulos para viver em um mundo com igualdade racial.

A denúncia é a arma para combater esse crime.




13 de fev de 2014

Evangélicos na Copa do Mundo 2014

Projeto "Joga Limpo Brasil" mobiliza as igrejas para evangelismo.

Agenda do evento:
Dia 6/6/14, Vigília de Oração;
Dia 14/6/14, Ação Evangelística.

Nesses dias, nas cidades onde acontecerão jogos da Copa, serão distribuídos folhetos e Novos Testamentos para a população.

A organização é da SBB (Sociedade Bíblia do Brasil) e da  SBA (Sociedade Bíblica Americana).

Informações: www.jogalimpobrasil.com.br

9 de fev de 2014

O caso da jornalista do SBT, Rachel Sheherazade

Uns a criticam, outros a defendem. Mas vamos deixar as emoções de lado e analisar os fatos. O que ela fez de tão ruim? Faltou com a ética profissional.

O Código de Ética dos Jornalistas é claro: o profissional  não pode criar preconceitos, estigmas. Jornalista não pode usar a profissão para incitar a intolerância, a violência, seja de que tipo for.

Descrevo o texto do Código: "o jornalista não pode usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime" (artigo 7º, inciso V).

Entendeu o problema cometido por Rachel? Ela defendeu que a justiça fosse feita pelas próprias mãos dos “justiceiros” lá no RJ. Defendeu a violência social. Por isso os órgãos da categoria entrarão com representação contra a moça.

Depois, Rachel disse que é “do bem”. Muito legal ser do bem. Mas como é bem informada, ela sabe que não pode usar uma bancada de um telejornal para falar qualquer coisa, disseminar qualquer ideia. Ela tem leis para cumprir, tem Código de Ética para respeitar. Se o jornalista for pregar o que não é ético, é criminoso, desrespeitoso para o bem social, o Brasil pode virar a casa da mãe Joana.

Respeito-a como profissional, mas a critico nesse ponto. A ética não pode ficar escrita no papel. Tem que ser cumprida. Tem que valer na prática se queremos um Brasil melhor. Pronto. Falei.

1 de fev de 2014

País precisa de conserto

O Brasil tem político condenado pelo STF (Superior Tribunal Federal) fazendo “vaquinha” para ter grana para pagar sua própria corrupção (o pior: tem gente que doa a grana).

O Brasil tem estádios milionários, mas gente sem casa, comida, escola, transporte de qualidade.

Tem Pelé pedindo ao povo “pra” ficar calado e se manifestar somente depois da Copa do Mundo (desculpa senhor Pelé, mas não dá para morrer nas filas dos hospitais e ficar calado para a festa ser colorida e sem manchas. Temos que nos manifestar, sim, com ordem, educação e sem violência).

Tem buracos nas pistas. Tem hospitais com gente morrendo sem atendimento.

Tem escola (em Brasília, por exemplo) caindo aos pedaços e sem grana para a reforma.

Tem gente sendo assaltada e morta enquanto a PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) faz “Operação Tartaruga” porque o GDF (Governo do DF) não cumpre acordos.

O nosso querido Brasil precisa de mudanças urgentes.

“Bora” votar melhor, meu povo. Neste ano, não vote em quem tem ficha suja, por gentileza. O futuro te agradecerá.

Diante de tantas necessidades, diante de uma política federal de “pão e circo”, diante da fome, da falta de educação, diante da morte, de tantas necessidades básicas não satisfeitas (ou satisfeitas pela metade) tem gente que ainda fica perdendo tempo discutindo o beijo gay na novela "Amor à Vida" e o “amasso” de duas mulheres no BBB (Big Brother Brasil).
Ah, não.