21 de abr de 2015

Brasília muitas faces. A cidade é assim

Cidade das siglas: SQS, SQS, HIGS, QNL, QNA, SCS.

Cidade dos espaços: onde se tem abertura para ver e andar para todos os lados, inclusive para olhar o céu.

Cidade da arquitetura: pilotis, cobogós. E seus palácios? E suas colunas? Tudo vem dos riscos, rabiscos, traços, sonho e trabalho de JK, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão, Lúcio Costa. Do Planalto, da Alvorada e muitos outros.

Verde: maior espaço com árvores e gramas por habitante do Brasil.

Da música: do sertanejo ao forró, passando pelo axé, MPB e rock. Todos os sons.

Da poesia, da arte nas feiras do Guará, Planaltina, Ceilândia, do Paraguai. Som de birimbau na Torre de TV. Quem nunca ouviu? E numa roda de capoeira.

Brasília das comidinhas. Em todas as bandejas se vê sabores do Brasil: acarajé, cocadinha, churrasco, bobó de camarão, pão de queijo, café, açaí. São muitas delícias.

Das greves e manifestações: com trânsito parado, atraso ao trabalho, cidade paralisada. Mas isso é democracia. Só não precisava fechar as pistas para se manifestar.

Do Eixão: aberto aos carros de segunda a sábado. Fechado somente para as tribos aos domingos. Rumo dos corredores, ciclistas, skatistas, enfim.

Das embaixadas: todas as bandeiras, todas as línguas. Alemães, australianos, americanos, japoneses, parisienses, enfim.

Do formato de avião: Asas Sul e Norte, Lagos Sul e Norte, recortados e banhados pela beleza criada do Lago Paranoá.

Dos templos: vitrais coloridos, cheios de fé. Todas as fés. Evangélicos, católicos. Dos sem fé também: ateus, gnósticos, enfim.

De todos os parques: Sara Kubitschek, Olhos d’Água, Água Mineral.

Do vários climas: sol, calor, frio e chuva no mesmo dia. Seca tipo deserto do Saara também. Quem nunca viveu?

De várias flores e árvores: ipê, buriti, jatobá, jacarandá. Troncos retorcidos. Conhecidos. A marca do cerrado. Sem falar nas árvores frutíferas plantadas por toda cidade: mangueira, jaqueira, enfim.

Dos bares, restaurantes, cafés, food truck. Coisa de agora que pegou por aqui. Brasília gourmet. Paladares brasileiros e internacionais.

Das vias: L 2 Sul, W 3 Norte, EPTG, EPGU, EPIA, Eixão, L 4 Norte, Eixinho.

Brasília da organização. Cada coisa no seu lugar: Setor Hoteleiro, Setor Hospitalar, Setor de Rádio e TV.

Dos monumentos: Congresso, Ermida Dom Bosco, Catedral, Esplanada, Os Candangos, Memorial JK, Museu da República, Museu do Índio, Banco Central, Museu Vivo da Memória Candanga. São tantos.

Das cidades administrativas, antigas satélites. Muda-se o nome, mas não se altera a identidade do povo: Taguatinga, Guará, Samambaia, Gama, Sobradinho, P Sul, Ceilândia, M Norte, Recanto das Emas e muitas outras.

Da educação: setor de colégios, faculdades tradicionais, universidade ativa. Construção do saber.

Do esporte: corridinha no parque, pedal, suor nas academias, transpiração.

Da linguagem própria: só por aqui bicicleta se chama magrela.

Brasília da comunicação: rádios, TVs, jornais. Correio Braziliense, TV Brasília a primeira da capital a funcionar, Band Brasília, DF no Ar, DFTV, SBT Brasília.

Brasília rural. Sim, temos chácaras com boa plantação de alfaces, morangos, etc.

Da política: Câmara, Senado, Câmara Legislativa. E dos concursos públicos.

De uma população jovem. O brasiliense tem, no máximo, 55 anos.

Cidade de coração aberto. Abrigou e ainda recebe todas as culturas, todos os brasileiros. Mistura geral. Goianos, cearenses, baianos, capixabas, paulistas, cariocas, mineiros, gaúchos e muitos outros. Todos são bem-vindos.

Das superquadras, numeradas, organizadas. Com blocos que sempre vão de A a K. Isso mesmo. Cada superquadra do Plano Piloto tem somente onze blocos. Todos terminando com a letra K.

Brasília das compras: shoppings lotados aos domingos.

Da cultura na rua, nos telões dos cinemas. Da arte: pintura, escultura, grafite. Tem feirinha por toda parte. Pincéis, tintas, ideias na cabeça e beleza no papel, na tela, nas paredes externas das casas.

Essa é a Brasília que eu vejo. Sou daqui, sou brasiliense. E que cidade você enxerga? Como é Brasília para você? #Brasília55Anos #21Abril2015

Brasília 55 anos

Mais do que cinquentona. Linda como sempre.

Comida única, prato típico, não temos. Mas temos todas as cozinhas do Brasil. Nas feiras achamos pão de queijo e doce de Minas, acarajé da Bahia, cuscuz paulista, entre tantas delícias deste Brasilzão. Nossa Brasília gourmet.  Tem comidinhas típicas na Feira do Guará, de Taguatinga, do Paraguai, de Ceilândia. Não vá esquecer de provar o pastel com caldo de cana. A cara de todas as feiras brasileiras. Aqui também tem. Lembre-se também de experimentar a cocada branca.

E nossa arquitetura. É ímpar. Temos azulejos de Athos Bulcão, traços de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa. Sim, traços únicos. As colunas dos palácios são arte: do Planalto, do Jaburu, do Buriti, da Alvorada. E o que falar da beleza do Palácio do Itamaraty? E do Congresso com suas conchas para cima e para baixo? Da Torre de TV eu vejo o mundo. Um mundo de céu, de horizonte, de beleza. Lá do alto, pertinho das nuvens, vemos a cidade aos nossos pés.

Na nossa praça central, Praça dos Três Poderes, temos Os Candangos (Dois Guerreiros). Estátua de bronze, oito metros de altura, uma homenagem aos homens e mulheres fortes que vieram erguer a Brasília que, à época, era apenas poeira e cerrado. Ah! Nas malas deles veio fé, força e vontade para construir a cidade da esperança. Por favor, não vá confundir. Candangos foram os que vieram para cá, construir a capital dos sonhos de JK. Brasilienses são os que nasceram aqui. Há muitas outras praças: a da Bíblia, do Relógio. Uma infinidade delas.

Suas quadras são certinhas. Prédios onde têm prédios. Casas onde têm casas. São tantos números, tantas siglas: SQN, SQS, QNP, SHIGS, QNA, QNE. Uma infinidade de letras, mas que tende a uma grande organização. Setor Hospitalar, Setor Bancário, Setor Hoteleiro. Tem de tudo e cada coisa em seu lugar. Muitas escolas, uma universidade (UnB), várias faculdades. Produção de saber: Católica, UniCeub, IESB, UNIP.

Grama verde. Maior espaço verde por habitante. Patrimônio cultural da humanidade. A natureza está espalhada por toda parte. Ipês-amarelos, rosas, brancos. Espalhados pelo Lago Sul, Asa Norte, Gama, Samambaia. Todo canto tem árvore.

Muito esporte. Temos corrida no Parque da Cidade, surfe no Lago Paranoá, caminhada nas pistas do Guará, musculação em cada academia. Cidade do suor, de gente que curte saúde. Só aqui tem um Eixão, todo nosso. Lotado aos domingos para as tribos: do skate, da corrida, de bike, da caminhada.

Sem esquina? Dizem que não temos esquinas, mas em cada canto têm barzinhos, com mesas na rua, vida efervescente, petiscos, música. Vida noturna bem alternativa. MPB para quem gosta de MPB. Sertanejo para quem gosta de sertanejo. Mas dizem que somos mesmo é a cidade do rock. Acho que somos de todos os sons. Ecléticos.

Igrejas temos muitas. Com seus vitrais coloridos e de todas as escolhas. Uma questão de fé. Universal, Ministério da Fé, Batista Ebenézer, Assembleia de Deus, Santa Edwiges, Catedral, Templo Shin Budista Terra Pura. Como sou evangélica, meu espaço aos domingos é a Memorial Batista. A busca pela religião é a tentativa do imperfeito entender o Perfeito: Deus. Indispensável. Essencial. Impossível abrir mão dEle.

O que mais Brasília tem? Muitas coisas. Mas, acima de tudo, um povo acolhedor. Gente que nasceu aqui. Gente que veio para cá tentar uma vida melhor. Pais, mães, avós, avôs, tias, tios, enfim, famílias. Gente honesta, trabalhadora. Que acorda cedo, que acredita na vida, que se esforça.

Brasília coração do Brasil. Minha, sua, de todos os brasileiros. Nossa! Tantas coisas para falar sobre você, cidade linda. Sou sua filha. Sou brasiliense. Por isso abro meu coração nesta declaração de amor. Minha cidade. Linda, sempre linda. Toda minha, sinto-a minha. Por isso, nesse dia que completa 55 anos, nesta manhã nublada de outono, minha oração é para que os céus te abençoe. Brasília abençoada refletirá bênção para todo o Brasil. Seja para todos. Seja bênção para os brasileiros. Que de você, Brasília, que das decisões importantes que acontecem aqui, desponte dias melhores para nosso povo. Feliz aniversário!

16 de abr de 2015

As voltas que o mundo dá


Olha eu. Quem diria. De obesa a garota propaganda. kkkkk

Sim, essa de azul era eu quando era obesa mórbida. Mudei, né? Emagreci 103 quilos.

Hoje (16/4/15) vou contar essa história na telinha, das 16 às 17 horas, ao vivo, no programa "Eu, Você e Deus", na "TV Gênesis".

Vou dar entrevista sobre a cirurgia de redução do estômago. Se liga na TV. 


Resumindo essa mudança: Deus é fiel na minha vida.


2 de abr de 2015

Sobre a placa na cruz de Jesus. Sobre a Páscoa

I.N.R.I. 

Essa expressão foi escrita em uma placa e colocada na cruz de Jesus. 

Em quais línguas a placa foi escrita? Em três línguas: hebraico, latim e grego (Jo 19. 20). 

O que significa a expressão I.N.R.I.? Jesus Nazareno, o Rei dos judeus. 

Os sacerdotes da época pressionaram Pilatos a mudar os dizeres da placa, porém sem sucesso. Pediram para escrever “sou o rei dos judeus”. Mas Pilatos não aceitou a sugestão. Disse: “o que escrevi escrevi” (Jo 19. 21-22).